Avaliação: o que funcionou e o que deixou a desejar na nova Baixada

Legado Infraestrutura

01/04/2014
Arena da Baixada foi reinaugurada no sábado em evento-teste

Limpeza

Arredores do estádio, entrada, corredores e arquibancadas estavam livres de entulho da obra. Havia lixos em número suficiente. Os problemas foram a ausência de limpeza dos banheiros durante o transcorrer do jogo (no segundo tempo a sujeira acumulou) e a camada de pó da construção pelo chão.

 

Conforto

A Arena ganhou em conforto na comparação com a versão anterior. Nas retas da Brasílio Itiberê e da Getúlio Vargas – os dois setores que foram abertos para a torcida – as cadeiras são maiores e reclináveis. No setor Vip, também utilizado ontem, os assentos são acolchoados.

 

Imprensa

O setor reservado para os jornalistas ainda não ficou pronto, assim como o prédio anexo ao estádio. Foi a justificativa utilizada pelo clube para vetar o trabalho da imprensa no amistoso. No entanto, a Rádio CAP, veículo oficial do Atlético, transmitiu a partida.

 

Gramado

O campo passou no primeiro teste. O piso foi instalado no final de janeiro e apresentou ótima fixação – poucos tufos de grama se soltaram ao longo do amistoso. Em alguns setores mostrou-se um pouco irregular, com a bola ficando “viva” mesmo em passes rasteiros. Há tempo para correção.

 

Mobilidade interna

Parte da torcida deixou para chegar ao jogo pouco antes de a bola rolar, às 15 horas. Como as catracas e acessos não estavam funcionando na totalidade longas filas se formaram. Os corredores da Arena estão mais amplos, favorecendo o fluxo das pessoas. A saída não apresentou dificuldades.

 

Mobilidade urbana

Tranquilo no começo da tarde, o trânsito ficou caótico na região da Arena na meia hora que antecedeu ao jogo. Os principais gargalos foram próximo ao isolamento das ruas, que iniciou perto das 14 horas. A dificuldade de locomoção fez com que muita gente perdesse o começo do jogo.

 

Ingresso

Os sócios entraram com smart card e os convidados com ingresso. Bastava dar poucos passos no entorno do estádio para encontrar um operário vendendo seu bilhete, a preços que variavam de R$ 120 a R$ 150. Como a leitura na catraca era eletrônica, o ingresso acabou virando um souvenir para quem foi à partida.

 

Estacionamento

O próprio do estádio, onde será erguida a Areninha, ficou reservado para convidados. Os demais torcedores ocuparam as ruas próximas, uma ação que será possível somente em jogos do Atlético, mas não na Copa, em que será proibido entrar de carro no perímetro de responsabilidade da Fifa.

 

Alimentação

Não havia venda de comida, mas sim a distribuição de um vale pipoca e dois vales bebida. Para cada um, quatro lanchonetes de distribuição em cada esquina da arquibancada inferior. A fila da pipoca andava rápido, mas a da bebida exigiu mais paciência dos torcedores. No intervalo, as filas chegaram a atrapalhar a circulação pelos corredores.


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